Núcleo dos Cirurgiões Pediatricos da Bahia

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Patologias

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cabeça e pescoço
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pelvis e aparelho gênito urinário
membros inferiores

Obstrução intestinal

Enema Opaco


DEFINIÇÃO

É a oclusão da luz do intestino, impedindo a passagem de seu conteúdo. Leva ao acúmulo de gases e líquidos entéricos proximais à obstrução. Quanto mais alta a obstrução, mais acentuada será a alteração metabólica.
Na obstrução intestinal com sofrimento de alça, estabelece-se dificuldade de retorno venoso, seguido de interrupção do fluxo arterial, levando a necrose intestinal. A alça obstruída colabora com a proliferação de germes.
Diferentes no adulto, as causas mais frequentes que levam à obstrução mecânica na criança são: Hérnia Inguinal Encarcerada, Intussussepção Intestinal, Aderências Pós-Operatórias e “ Bolo de Áscaris”.
As patologias que levam a quadros obstrutivos no período neonatal dividem-se em proximais e distais. Entre as causas proximais, destacam-se Má Rotação (associada a Volvo Intestinal), Atresia Duodenal, Atresia Jejunoileal, Atresia Esofagiana e Hipertrofia Pilórica. As principais causas distais incluem: Íleo Meconial, Síndrome do Tampão de Mecônial (Rolha de Mecônio), Doença de Hirschsprung (Megacólon Congênito), Atresia Colônica e Ânus Imperfurado (Anomalia Anorretal).

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DIAGNÓSTICO
•Quadro Clínico: Dor abdominal intermitente e sem localização definida, náuseas, vômitos, desidratação, peristalse visível, distensão abdominal (nas obstruções distais), parada de eliminação de gases e fezes.
•Exame Físico: Verificação de possíveis hérnias e cicatrizes abdominais. O toque retal é fundamental, pois pode detectar tumorações (Invaginação, Neoplasia) ou presença de sangue nas fezes.

EXAMES
•Laboratorias: Principalmente o Hemograma e o Ionograma para avaliar o comprometimento metabólico.
•Rx de Abdome Simples: Avaliar distensão gasosa de alças intestinais, níveis líquidos e ausência de ar nos segmentos distais à obstrução. Na obstrução neonatal, é realizada porque define a causa da obstrução, já que a presença de duas bolhas gasosas caracteriza a patologia ao nível de duodeno; e três bolhas, ao nível de jejuno.
•Seriografias Gastrointestinais Superiores: Utilizando bário ou contrate hidrossolúvel, são contra-indicadas na grande maioria dos casos.2012_07_05_18.57.27.jpg
•Enema Contrastado (Opaco): Feito com bário ou ar, é utilizado em crianças com suspeita de Invaginação Intestinal para definir diagnóstico e provável redução não- cirúrgica (quando nas primeiras horas).
•USG de abdome: Sensível no diagnóstico de Estenose Hipertrófica do Piloro e Invaginação. A presença de Veia Mesentérica Superior à esquerda da artéria pode auxiliar no diagnóstico de Má-Rotação Intestinal. A USG com Doppler pode diferir uma simples obstrução dos casos de “estrangulamento” intestinal.
•TAC de abdome: Realizar- se- á na identificação de caso de obstrução intestinal parcial, particularmente nas obstrução extrínseca.

TRATAMENTO


Objetivos:
•Aliviar a distensão: Utiliza-se sonda naso ou orogástrica de grosso calibre (de acordo com a idade). A remoção de gases e secreções digestivas é de extrema importância para evitar a aspiração de conteúdo gastrointestinal, e melhorar as condições respiratórias.
•Corrigir os distúrbios metabólicos: Reposição líquidos e eletrólitos.
•Remover a obstrução: Realizada com o intuito de remover a causa, ou contorná-la, por meio de anastomoses internas ou derivações externas.
Nos casos de suboclusão, tenta-se, inicialmente, o tratamento clínico por período variado. Caso não evolua com melhora, deve- se proceder a cirurgia.

LOCAIS PARA ATENDIMENTO REDE PÚBLICA (SUS):

1. Hospital Geral Roberto Santos

2. Hospital Geral Ernesto Simões Filho

3. Hospital Santo Antônio

4. Hospital Martagão Gesteira

LOCAIS PARA ATENDIMENTO REDE PRIVADA (CONVÊNIO-PARTICULAR)

1. Hospital Santa Isabel

2. Hospital Aliança

3. Hospital Jorge Valente

4. Hospital São Rafael

5. Hospital Teresa de Lisiuex – Hapvida

 

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"Em nenhuma circunstância as informações aqui publicadas substituem a consulta com o seu médico"

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